Chernobil: do nuclear ao solar

Duas empresas chinesas estão a construir um parque solar dentro da zona de exclusão da central nuclear de Chernobil.

Chernobil

Em 26 de abril de 1986, uma explosão de vapor no quarto reator da usina de Chernobil provocou um derretimento nuclear responsável por cerca de 50 mortes diretas e, estima-se, cerca de quatro mil mortes por exposição à radiação. Foi o pior acidente nuclear da história em custos e em mortes, e um dos dois únicos classificados como um evento de nível 7 (classificação máxima) na Escala Internacional de Acidentes Nucleares (sendo o outro o Acidente nuclear de Fukushima I, no Japão, em 2011).

Em 2017, os 30 km de zona de exclusão à volta da central nuclear estão a ser transformados numa fonte de energia limpa e renovável.

Painéis solares

As companhias GCL System Integration Technology Co Ltd. e China National Complete Engineering Corp estão a construir um parque solar com uma capacidade de 1 gigawatt a sul de Chernobil. Estima-se que esta produção seja capaz de alimentar cerca de 725.000 lares, isto é, cerca de 2 milhões de pessoas.

As razões são simples: “terra barata para a instalação dos painéis solares e sol em abundância”, nas próprias palavras do Ministro ucraniano de ambiente e recursos naturais.

 

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