O que aprende a China connosco e nós com eles?

Com a colaboração da Cision, não podiamos deixar de divulgar a entrevista que o Diário Económico publica hoje ao João Marques da Cruz, CEO da EDP Ásia e Presidente da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa.

João Marques da Cruz

Para abrir o apetite, apenas um excerto:

As empresas portuguesas ganham indiscutivelmente músculo financeiro, o que propicia mais capacidade de investimento, mais abertura de negócios e mais exportações. Já as empresas chinesas têm consciência que ao entrar no capital de grandes empresas nacionais, encontram oportunidades para abrir mais negócios e para entrar em novos países, de forma mais fácil, uma vez que podemos fazer a ponte para a entrada noutros países. E garanto que esta é uma relação para durar, sendo importante não esquecer que a relação entre os dois países já é antiga. (…) Os grupos financeiros nacionais não estão com grande capacidade financeira, daí que, se os capitais internos não estão disponíveis nas quantidades necessárias, é preciso atrair capital estrangeiro. Aliado a isso, a mentalidade portuguesa é razoavelmente aberta à entrada de capital estrangeiro. A China é um grande exportador de capital e a nossa abertura e necessidade, faz com que o capital estrangeiro e chinês, em particular, seja bem vindo e isso é muito importante para a China, país que não gosta de operações hostis.

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